A época fria do ano chegou, alterando a rotina dos bichos de estimação e de seus donos. Como os seres humanos, os animais sofrem com as baixas temperaturas e com uma doença típica da estação: gripe.
No mundo canino, ela é chamada de traqueobronquite infecciosa canina (ou tosse dos canis). É a doença de maior incidência nesta época do ano. Para gatos, o nome do perigo é rinotraqueíte. A transmissão se dá por via respiratória, sempre entre seres da mesma espécie. O tratamento é simples, estruturado em analgésicos e anti-inflamatórios.
Atenção aos sintomas: se o pet apresentar tosse seca, como se fosse engasgar, nariz escorrendo, infecção ocular, falta de apetite e está quieto demais, provavelmente ele está gripado.
Gripe hoje não causa maiores preocupações. “Existem vacinas que protegem os bichos por um ano”, diz o veterinário Luciano Granemann, da clínica Cao.com. A primeira imunização exige uma segunda aplicação, que é feita 21 dias depois da primeira dose.
“Campanhas de prevenção tentam atingir um público que ainda carece de informação”, diz. Já levar os pets para passear no inverno pode ser um drama. Ventos frios, chuva e poças d’água são fatores que fazem qualquer um repensar um passeio. “O uso de roupinhas é recomendado”, diz o veterinário. “O ideal é passear em lugares onde o contato com outros animais é zero e nos horários mais quentes do dia.”
Os pelos são a proteção natural dos animais e contribuem para que os bichos sintam menos os efeitos do frio. Para os animais, a tosa é uma questão de saúde. Mesmo com as temperaturas baixas, deve ser feita como em qualquer outra estação do ano. “Há quem pense que colocar uma roupa resolve o problema depois de um corte rente ao corpo. Deixar a veste por semanas resulta em embaraços, focos de bactérias ”, afirma. Tal conduta pode gerar infecções. As roupinhas são aconselháveis, mas, antes de dormir, as peças devem ser retiradas e o pelo do animal, escovado, para evitar que fique embaraçado.
Banho, sim ou não? “A frequência de banhos até aumenta no inverno”, diz Granemann. O segredo é não deixar os pets molhados para evitar fungos. “Cuidado na hora de secar. Os secadores para cabelos podem queimar a pele dos bichos. Nos pet shops, há equipamentos com jatos de ar quente e com pressão para retirar toda a água. Há a opção do banho seco, com sprays e lenços umedecidos.
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1 comentário ↓
1 Cão.com em entrevista ao Bom Dia SC | Blog da Agência Hive :: 21/jun/2011 - 12:24
[...] Saiba mais sobre essas prevenções, recomendadas por Luciano neste site. [...]
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